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Reflexão sobre universidade, ciência e ditadura abre o XVI Encontro Regional de História na Fiocruz

Rodrigo Patto Sá Motta falou para um auditório lotado de professores, pesquisadores e alunos

Diamantes, doença e saúde em Angola

Jorge Varanda, da Universidade de Coimbra, analisa os serviços de saúde prestados pelo império português e pela companhia Diamang de 1910 a 1970.

Medicina tropical nos séculos XIX e XX

Jaime Benchimol rememora encontro de especialistas brasileiros e portugueses em Lisboa em 2012 na carta do editor da nova edição de HCS-Manguinhos.

Um rural sob medida?

Em artigo na nova edição de HCS-Manguinhos, os cientistas sociais Flávio Sacco dos Anjos e Nádia Velleda Caldas discutem a construção social do rural e suas tensões, conflitos e contradições.

Evento de fazer história

Dos 1654 inscritos no 16° Encontro Regional de História no Rio, 1125 apresentarão suas pesquisas e 432 são de outros estados. Flavio Coelho Edler, presidente da Anpuh-Rio e professor da COC/Fiocruz, fala da importância do evento.

Qual Europa para qual Brasil?

Em artigo em HCS-Manguinhos, Karen Lisboa discute se, aos olhos de Hermann Ullmann e Stefan Zweig, a Europa podia servir de modelo civilizatório para o Brasil.

Do papel às redes sociais

Equipe editorial de HCS-Manguinhos publica artigo sobre os novos desafios para editores de humanidades no periodismo científico.

Site da Comissão da Verdade da Reforma Sanitária recebe relatos

Profissionais de saúde podem relatar perseguições, violações, torturas, sequestros e assassinatos sofridos durante a ditadura militar.

Do Maracanazo ao Mineiratzen

Historiador e sociólogo têm visões diferentes sobre a derrota do Brasil em casa.

Pane geral: tudo não passou de um mau jogo

Para o historiador Victor Andrade de Melo, o Mineiratzen e o Maracanazo não podem ser comparados

O legado que se espera é uma profunda revisão do futebol brasileiro

Para o sociólogo Mauricio Murad, obrigação de redimir a derrota de 1950 foi equívoco que pesou nas costas dos jogadores.

Uma megafesta com legado superestimado

Poucos países ou cidades conseguem efeitos positivos duradouros sediando grandes eventos, afirma o professor Rory Miller, fundador do MBA A Indústria do Futebol da Universidade de Liverpool

‘A Copa é o melhor momento de expressar o inconformismo com as nossas insatisfações’

Para o jogador e médico Afonsinho, o Brasil não está aproveitando uma oportunidade extraordinária

‘Uma Copa não tem a força necessária para mudar um país’

Para o antropólogo alemão Martin Curi, os brasileiros alimentaram esperança demais, e o legado possível restringe-se à venda de uma imagem positiva do Brasil

Arquivo Nacional em ritmo de Copa

Exposição virtual Drama e Euforia: o Brasil nas Copas de 50 a 70 traz fotos do Correio da Manhã e da Agência Nacional