Março/2026
Se o filme O agente secreto lhe gerou curiosidade sobre a história cultural do Recife, a revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos tem dicas de leituras para você!
A vida cultural no Recife é o título da resenha de Lucia Lippi Oliveira sobre o livro O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964), de Flávio Weinstein Teixeira (Ed. UFPE, 2007). “O livro é um importante e fecundo panorama da vida cultural do Recife no período da redemocratização, após a ditadura do Estado Novo”, afirma Lucia, professora da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, no texto publicado na seção Livros & Redes (HCS-Manguinhos, v. 15, n. 4, dez 2008).

Duas capas do livro “O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964)”, de Flávio Weinstein Teixeira. (Ed. UFPE, 2007)
O livro baseia-se na tese de doutorado do autor. “Flávio W. Teixeira apresenta a história cultural ou das instituições de cultura que marcaram a vida da cidade do Recife. Sua contribuição específica é abordar uma nova geração de artistas e intelectuais e as novas soluções estéticas, que tiveram no teatro sua experiência mais sensível e significativa. Esse movimento, que congregou diferentes artistas, produziu uma ruptura com os padrões culturais e estéticos em Recife”, revela Lucia Lippi Oliveira.
Leia na revista HCS-Manguinhos:
A vida cultural no Recife, resenha de Lucia Lippi Oliveira sobre o livro O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964), de Flávio Weinstein Teixeira. (Ed. UFPE, 2007), na seção Livros & Redes (História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v. 15, n. 4, dez 2008).
O Agente Secreto



