A vida cultural no Recife no período entre ditaduras

O livro O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964), de Flávio Weinstein Teixeira, “é um importante e fecundo panorama da vida cultural do Recife no período da redemocratização, após a ditadura do Estado Novo”. Leia resenha de Lucia Lippi Oliveira na revista HCS-Manguinhos (v. 15, n. 4, dez/2008)

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Modelo teórico lógico preliminar possibilitou a formulação de uma matriz de critérios e indicadores